quarta-feira, 9 de maio de 2012

10 profissões em alta no mercado de trabalho

profissas
Confiantes na economia do País, empresas nacionais e multinacionais planejam contratar mais profissionais nos próximos anos. Para isso, as exigências de qualificação também estão aumentando.
O otimismo dos empregadores determinou uma crescente formalização na relação com os trabalhadores. O último recenseamento revela que 63,9% da população tinham carteira assinada em 2010, contra 54,8%, em 2000. Segundo um relatório da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, em fevereiro desse ano, a expectativa de contratação para os próximos anos permanecerá aquecida. Uma pesquisa intitulada Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira – 2020, ouviu, de 402 empresas brasileiras – que, juntas, empregam 2,2 milhões de pessoas – quais os setores que demandarão mais profissionais nos próximos anos. De acordo com o estudo, quem deve liderar as contratações no País é a área da engenharia, além do segmento comercial – este último um dos principais empregadores de uma economia que caminha, cada vez mais, em direção ao setor de serviços.

“Depois de organizar suas finanças, as empresas estão buscando apresentar melhores resultados neste ano. Isso significa maximizar os lucros, o que se reflete no perfil das contratações”, diz Paulo Pontes, presidente da filial brasileira da Michael Page, uma das principais agências de recrutamento de executivos de média e alta gerência do País. Para isso, as companhias brasileiras estão aumentando as suas exigências. Segundo o relatório da FIRJAN, 69,1% das empresas ouvidas requerem, no mínimo, algum tipo de pós-graduação para profissionais de nível superior. Já para mais da metade delas, o diploma universitário é indispensável, inclusive para profissionais de nível médio/técnico. O “Você Sabia?” ouviu diversos especialistas, para descobrir dez profissões que devem permanecer aquecidas nos próximos anos:

1 – Engenheiro de Petróleo
Quanto ganha (média): R$ 14.000

O que faz: é responsável pelo desenvolvimento de projetos de exploração do petróleo e seus derivados em poços e jazidas, buscando maior eficiência na produção sem danos ao meio-ambiente. Com a descoberta do pré-sal, a profissão ganhou alma própria e a formação é oferecida, hoje, nas principais universidades do país.


2 – Engenheiro de mobilidade
Quanto ganha (média): R$ 12.000
O que faz: supervisiona grandes obras de infraestrutura, verificando se estão adequadas às normas legais. Nos grandes centros, é encarregado de gerenciar o planejamento do transporte urbano. A carreira entrou no radar dos recrutadores depois que o Brasil foi confirmado como sede de grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

3 – Engenheiro ambiental e sanitário
Quanto ganha (média): R$ 8.000 a R$ 12.000
O que faz: concebe e executa projetos que diminuam o dano causado pela ação humana ao meio-ambiente. A profissão é cada vez mais requisitada por grandes empresas e governos, conscientes do seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.


4 – Médico do Trabalho
Quanto ganha (média): R$ 10.000 a R$ 16.000
O que faz: trata-se de um ramo da medicina especializado na promoção do bem-estar e da saúde dos trabalhadores. Profissionais dessa área avaliam a capacidade de um candidato de executar determinada tarefa, além de realizar exames de rotina nos funcionários para verificar o cumprimento das obrigações trabalhistas.


5 – Gerente de Recursos Humanos
Quanto ganha (média): R$ 8.000 a R$ 14.000
O que faz: é responsável por recrutar novos profissionais e assegurar a permanência dos antigos. Antes subestimada, a profissão saiu da obscuridade e conquistou importância, na medida em que as empresas perceberam a necessidade de reter bons profissionais face à concorrência.

6 – Controller
Quanto ganha (média): R$ 10.000 a R$ 20.000
O que faz: analisa e interpreta as informações contábeis das empresas, de forma a reduzir perdas e maximizar o lucro, utilizando, para isso, conhecimentos avançados de administração. Atua no centro nervoso da companhia, controlando os campos da contabilidade e da administração.


7 – Advogado de contratos
Quanto ganha (média): R$ 10.000 a R$ 14.000
O que faz: analisa e redige contratos. É uma das áreas do Direito que mais têm crescido, acompanhando a escalada das fusões e aquisições de empresas no Brasil.





8 – Gerente comercial/vendas
Quanto ganha (média): R$ 8.000 a R$ 18.000
O que faz: é responsável pelo planejamento e controle das vendas, desde a saída dos produtos da fábrica até a chegada à casa dos consumidores. Cada vez mais disputado pelas empresas, precisa ser bem relacionado e carismático, com conhecimentos avançados de administração e marketing.

9 – Biotecnologista
 Quanto ganha (média): R$ 4.000 a R$ 5.000
O que faz: pesquisa a criação, a melhoria e o gerenciamento de novos produtos nas áreas de saúde, química, ambiental e alimentícia. Na área da microbiologia, pode atuar na produção de vacinas. É cada vez mais requisitado pelas indústrias que estão cientes da necessidade da otimização da cadeia produtiva.

10 – Técnico em Sistemas de Informação
Quanto ganha (média): R$ 2.000 a R$ 3.000
O que faz: profissional de nível médio, responsável pela criação e análise dos sistemas de armazenamento e coleta de dados de uma companhia.




Fonte: http://www.vocesabia.net
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terça-feira, 8 de maio de 2012

A Toque de Caixa - Conheça a origem da frase


Esta expressão tem origem em um antigo hábito desenvolvido entre as forças militares.

Em uma guerra, um pequeno detalhe pode ser fundamental para que a linha que separa o triunfo e a derrota seja superada. Não por acaso, várias estratégias são utilizadas para que os soldados sigam, com a maior precisão possível, a recomendação de seus comandantes e realize alguma ação. Muitas vezes, dada a urgência de alguma medida, os militares eram orientados “a toque de caixa”. 

Atualmente, essa expressão se remete a todo ato feito com agilidade e determinação. Nos tempos passados essa expressão se referia ao costume que os chefes militares tinham de utilizar o toque da caixa, uma espécie de tambor, para orientar os seus comandados. A invenção chegou até a Europa por meio da expansão dos muçulmanos, que já fazia uso desse instrumento para promover rituais religiosos e reuniões militares.

A presença destes tambores entre as fileiras dos exércitos árabes acabou alcançando a Península Ibérica, que foi conquistada pelos muçulmanos no século VIII. Geralmente, a forma pela qual o tambor era tocado indicava a realização de algum ato a ser desenvolvido no calor das batalhas. Sem dúvida, a propagação do som era bem mais eficiente se comparada ao envio de um mensageiro ou documento escrito.

Mesmo com a expulsão dos muçulmanos da Península Ibérica, a expressão acabou sendo empregada pelos portugueses que, mais tarde, se incumbiram de trazê-la às terras brasileiras. Hoje vivemos em um mundo que se move “a toque de caixa”, tendo em vista a facilidade dos meios de comunicação e a ampliação dos afazeres cotidianos. Apesar disso, não podemos nos esquecer que o descanso é fundamental para suportarmos as imposições do dia a dia.

Fonte: http://wavefestival.com.br
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segunda-feira, 7 de maio de 2012

O Ecossistema do Cliente


Com um titulo que dizia que, após o surgimento das redes sociais e da computação da nuvem, o próximo grande assunto será o Ecossistema do Cliente, o artigo escrito pela Patricia Seybold (consultora, autora do livro Customers.com e uma referencia no assunto do impacto da tecnologia no comportamento do consumidor) despertou minha curiosidade.

No artigo, ela fala de um ecossistema de empresas e marcas que se forma através da analise do que o consumidor busca e do processo que o leva a comprar tal produto/ serviço. Dificilmente uma empresa conseguirá suprir sozinha todas as etapas do processo, pois normalmente é especialista em uma das etapas.

O ecossistema é uma rede de negócios que se forma a partir das necessidades dos consumidores para prover a melhor solução. Essa rede permite associações entre empresas complementares ou até competidoras entre si para oferecer uma experiência completa, numa relação de ganha a ganha para ambos os negócios.

O modelo não é novidade mas acredita-se que estamos no momento certo para fazê-lo decolar de vez, com um grande impulso das novas tecnologia. 



Essas associações podem dar às redes de negócios uma grande vantagem competitiva, pois para o consumidor o processo de compra se torna muito mais efetivo, simples, transparente, gerando muito mais confiança e fidelidade. Ele recorre a um caminho só e resolve seus problemas. O ecossistema aumenta o alcance, o escopo e a rentabilidade do negocio, atraindo mais fornecedores e parceiros. 

E para essa rede ser realmente relevante ela tem que conseguir mudar o caminho que as pessoas estavam acostumadas a seguir para atingir aquele objetivo, senão será somente uma etapa do todo, podendo ser facilmente esquecida ou imitada.

O que faz um ecossistema ser valioso para o consumidor são seis fatores críticos de sucesso elencados por ela no artigo:

1. Tem que ajudar os clientes a atingir e/ ou administrar algo que os preocupa ou que ele deseja;
2. Alinhar o projeto a um publico especifico;
3. Importante conseguir colocar um “molho especial” no escopo da proposta, tornando-a exclusiva e mudando a forma com o consumidor faz as coisas;
4. Atrair parceiros e fornecedores que possam contribuir para o sucesso da rede;
5. Alinhar todo o ecossistema para atender as métricas de sucesso dos clientes como otimização de tempo, otimização de dinheiro, facilidade, controle, segurança e etc;
6. Incorporar, fazer parcerias, e ser muito presente para que as pessoas possam encontrar este serviço e se interessar pelo seu “molho secreto”.

No mundo físico é fácil tornar esse conceito tangível, quando pensamos em montadoras de carros. Existe uma organização de empresas muito bem feita para oferecer os acessórios, o seguro, o financiamento e isso é transparente pro ciente. No mundo virtual podemos pensar em Apple e Netflix, que juntas podem oferecer uma experiência muito diferenciada de consumo de filmes.

É um tema que requer atenção porque não é só fazer parcerias e sim montar esse desenho integrado, quebrando regras e virando comportamento. Um desafio e tanto para agregar valor aos negócios e gerar fidelização.




Fonte: Andréa Dietrich - Meio & Mensagem
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quinta-feira, 3 de maio de 2012

MERCHANDISING? NÃO, PRODUCT PLACEMENT!



Estudos de Harvard constataram que cerca de 1.800 mensagens publicitárias tentam impactar um consumidor em um dia, sejam spots de rádio, outdoors, anúncios televisivos ou pop-ups. Destas, o consumidor é atingido apenas por 80, mas realmente lê e presta atenção em 15. Esses números impressionantes ratificam que existe hoje um verdadeiro bombardeio de mensagens nos consumidores.

E não é preciso muita capacidade técnica para chegarmos a uma conclusão óbvia: uma pessoa normal simplesmente não consegue decodificar tamanho volume de informação. A nossa capacidade de absorção é limitada e cabe aos bem pagos profissionais que planejam essas mensagens o dever de minimizar esse desperdício de esforço e de dinheiro. Sim, o resultado disso é dinheiro na lata de lixo.

ONDE FICA O PONTO DE VENDA MAIS PRÓXIMO DO MERCHAN QUE VOCÊ VÊ NA TV E DO CARTÃO DE CRÉDITO QUE ESTÁ À MÃO? SEI NÃO... VEM CÁ COMIGO, ENTÃO, XERETAR IMAGENS, NÚMEROS E LETRINHAS DEPOIS DA NOVELA, SONHANDO EM COMPRAR PEFUME, LINGERIE E... ATÉ PASSAGEM DE AVIÃO

E diante desse bombardeio, as marcas não são bobas. Elas tentam nos impactar não somente nos espaços pré-reservados para publicidade, mas também dentro dos programas de televisão, nos filmes, nas novelas. O termo correto para classificar esse tipo de ação é o product placement, com uma tradução literal de “colocação de produto”. O mercado brasileiro criou uma convenção para chamar essa ação de “merchandising” ou “merchan”, para os íntimos, e todos chamam dessa forma, até mesmo a Rede Globo, quando sobem as letrinhas no final da novela. Só que conceitualmente está errado, pois, sabemos que merchandising é promoção no ponto de venda.


Fonte: http://www.meioemensagem.com.br
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Curiosidades sobre Publicidade, compras e seus direitos




“Leve 6 e pague 3!!!” Você nem precisa do estoque mas corre o risco de ser seduzido!

“Emagreça sem dieta e sem exercícios tomando ….3x ao dia !” “Compre 3 caixas para o tratamento completo!”

“Compre um lanchinho básico e nutritivo e receba gratis o brinde do mês!” Mal sabe você que o preço do brinde já está embutido e que de nutritivo aquilo ali só tem o nome!

“Calças jeans daquelas grifes badaladas com ótimos preços!!!! Porém, que pena…não temos o seu número… mas tem um modelo aqui que ficaria lindo em você…- E o preço? Só um poquinho mais caro.. três vezes mais… mas você pode pagar com cheque pré, cartão, fazer crediário…


São tantas as emoções!!!!
Fique ligado!!!


Publicidade

Publicidade é a propaganda de um produto ou serviço.Toda publicidade deve ser fácil de se entender. O Código proíbe publicidade enganosa ou abusiva.

Publicidade enganosa é a que contém informações falsas e também a que esconde ou deixa faltar informação importante sobre um produto ou serviço.
As informações podem ser sobre:características; quantidade; origem; preço; propriedades.

Publicidade abusiva

Uma publicidade é abusiva se: gerar discriminação; provocar violência; explorar medo ou superstição; aproveitar-se da falta de experiência da criança; desrespeitar valores ambientais; induzir a um comportamento prejudicial à saúde e à segurança.

Tudo o que for anunciado deve ser cumprido, exatamente como foi anunciado. As informações da propaganda fazem parte do contrato.

Você pode exigir

Quando existe vício na prestação do serviço, você pode exigir (Art. 20, CDC): que o serviço seja feito novamente sem pagar nada, ou; abatimento no preço, ou;devolução do que você pagou, em dinheiro, com correção. Se o defeito for de fabricação do produto, o fornecedor tem 30 dias para corrigi-lo ou saná-lo.

Depois desse prazo, se o produto ficar com problemas ou aparecer novamente o mesmo vício após o conserto, você pode exigir (Art. 18, CDC): a troca do produto, ou o abatimento no preço, ou o dinheiro de volta, com correção.

Se o problema é a quantidade do produto, você tem o direito de exigir (Art. 19, CDC): a troca do produto, ou o abatimento no preço, ou que a quantidade seja completada de acordo com que está escrito na embalagem ou com o que você pediu, ou o dinheiro de volta, com correção.

Direito de arrependimento

Pois é: Você tem esse direito sabia?
Art. 49, CDC

O arrependimento acontece quando você compra um produto ou contrata um serviço e depois resolve não ficar com o produto ou não deseja mais fazer o serviço. Você só tem direito de se arrepender e desistir do contrato se o negócio foi feito fora do estabelecimento comercial (vendas por telefone, telemarketing, internet, etc.)

Você tem o prazo de 7 dias para se arrepender de compras feitas por reembolso postal, por telefone ou à domicílio.

Preste atenção, pois este prazo é contado a partir da assinatura do contrato ou do recebimento do produto ou serviço.

No caso de arrependimento, você deverá devolver o produto ou mandar parar o serviço.

Assim terá direito a receber o que você já pagou com juros e correção monetária, inclusive o reembolso das despesas pagas pelo envio do produto à sua residência.

Conheça os seus direitos e não caia em arapucas!
A cartilha do Consumidor está disponível em PDF,para todo cidadão.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br
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