segunda-feira, 14 de maio de 2012

Aprender outra língua aumenta a potência cerebral



Numa pesquisa, o tronco cerebral reagiu mais no caso de estudantes capazes de falar duas línguas. Segundo os pesquisadores, aprender um segundo idioma aumenta o poder do cérebro.
Cientistas da Northwestern University, nos Estados Unidos, afirmam que falar mais de uma língua é uma forma de treinamento do cérebro, uma “ginástica” mental que desenvolve a mente. Falar, pelo menos duas línguas, afeta profunda e positivamente o cérebro e muda a forma como o sistema nervoso reage ao som, segundo revelaram os testes de laboratório. Especialistas dizem que o estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences fornece evidências biológicas para isso. A equipe de pesquisadores monitorou as respostas do cérebro a sons diferentes de 48 estudantes voluntários – 23 dos quais bilingues. Sob condições laboratoriais silenciosas, os dois grupos – o bilingue e o de alunos que somente falavam inglês – responderam da mesma forma. Mas em um contexto de conversa barulhenta, o grupo bilingue foi muito superior em processar os sons. Eles eram mais capazes de sintonizar informações importantes – a voz do orador – e bloquear outros ruídos que distraem – as conversas de fundo.

Poderoso benefício
As diferenças de resposta dos dois grupos foram visíveis no cérebro. As reações do tronco cerebral dos que falam duas línguas foram intensificadas. De acordo com a professora Nina Kraus (foto), que coordenou a pesquisa, “a experiência do bilingue é aprimorada, com resultados sólidos em um sistema auditivo altamente eficiente, flexível e focado no processamento automático de som, especialmente em condições complexas de escuta”. A pesquisadora e co-autora do estudo Viorica Marian disse: “As pessoas fazem palavras cruzadas e outras atividades para manter suas mentes afiadas. Mas as vantagens que temos descoberto, em falantes de mais de uma língua, vêm do fato de falarem mais de um idioma. Parece que os benefícios do bilinguismo são particularmente poderosos, amplos e incluem a atenção, seleção e codificação de som”. Pesquisas anteriores também sugerem que ser bilingue pode ajudar a afastar a demência.
O cérebro ainda é um grande mistério e sempre surpreende os cientistas que dizem que uma pessoa comum usa somente 3% da sua capacidade cerebral. Alguns gênios, como Einstein, alcançavam cerca de 10%. Mas, mesmo usando apenas 3% de sua capacidade cerebral – um pouco mais, um pouco menos – o ser humano pode exercitar o cérebro e melhorar a sua capacidade. Para isso, deverá conhecer e aprender coisas novas, quebrar rotinas e mudar hábitos. Estudos da neurociência (a ciência que estuda e mapeia o cérebro) mostram que o cérebro tem uma capacidade enorme de se adaptar e mudar a configuração das suas conexões e o exercício vai mantê-lo ágil e saudável, porque faz o cérebro sair do ócio e se esforçar mais.

Exercícios para o cérebro
Use o mouse ou escove os dentes com a mão contrária (esquerda, se você é destro, e direita, se é canhoto).Essa é uma maneira simples de quebrar a rotina e também é uma excelente maneira de melhorar a coordenação motora, a concentração e até a criatividade.

Escreva com a mão que não é a que você normalmente usa. Isto resultará em novas ligações que estarão sendo criadas entre seus neurônios, aumentando dessa forma o número de caminhos para o fluxo de informação.





Leia bastante. A leitura ajuda a exercitar diversas regiões cerebrais e, além de adquirir novas informações, a pessoa estará estimulando as áreas visual e verbal.



Mude de roupa com os olhos fechados. Isso ajuda o cérebro a exercitar a capacidade de definição de tempo e espaço.



Use o relógio de pulso no braço contrário ao que sempre usa.



Experimente alimentos diferentes para estimular o paladar. Mas não precisa ser TÂO radical…




Converse muito com pessoas diferentes. Mas de preferência com pessoas reais…




Veja fotos de outros ângulos. De cabeça para baixo, por exemplo. As fotos, não você…






Mude de caminhos para ir aos lugares. Só tenha cuidado para não se perder…





Experimente andar de trás para frente em sua casa. Mas se cuide, pra não cair de costas…




Faça um curso de dança ou de uma língua estrangeira. Se preferir a dança, escolha algo mais light do que o frevo e, se achar melhor um idioma estrangeiro, não exagere: chinês é barra pesada…


A maioria dos brasileiros ainda não domina o inglês, uma língua falada no mundo todo e que, hoje, é um requisito básico para se conseguir um bom emprego. Dados mostram que somente 24,5% dos brasileiros falam fluentemente o inglês, ou, pelo menos, num nível considerado razoável. Está na hora de mudar esses números , não só porque pode ajudar a conquistar melhores posições no mercado de trabalho, mas porque falar uma segunda língua melhora o sistema auditivo e, consequentemente, a atenção e a memória. Além desses benefícios, outros estudos mostram uma segunda vantagem do bilinguismo: cérebros bilíngues são mais protegidos contra o mal de Alzheimer. Finalmente, inúmeras pesquisas deixam claro que idade não é desculpa para deixar de aprender uma segunda língua. So,let’s go!





Fonte: http://www.vocesabia.net
Pesquisa e Divulgação: Promidia Propaganda - Londrina - (43) 3347-1705
www.promidiapropapaganda.com.br

quarta-feira, 9 de maio de 2012

10 profissões em alta no mercado de trabalho

profissas
Confiantes na economia do País, empresas nacionais e multinacionais planejam contratar mais profissionais nos próximos anos. Para isso, as exigências de qualificação também estão aumentando.
O otimismo dos empregadores determinou uma crescente formalização na relação com os trabalhadores. O último recenseamento revela que 63,9% da população tinham carteira assinada em 2010, contra 54,8%, em 2000. Segundo um relatório da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, em fevereiro desse ano, a expectativa de contratação para os próximos anos permanecerá aquecida. Uma pesquisa intitulada Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira – 2020, ouviu, de 402 empresas brasileiras – que, juntas, empregam 2,2 milhões de pessoas – quais os setores que demandarão mais profissionais nos próximos anos. De acordo com o estudo, quem deve liderar as contratações no País é a área da engenharia, além do segmento comercial – este último um dos principais empregadores de uma economia que caminha, cada vez mais, em direção ao setor de serviços.

“Depois de organizar suas finanças, as empresas estão buscando apresentar melhores resultados neste ano. Isso significa maximizar os lucros, o que se reflete no perfil das contratações”, diz Paulo Pontes, presidente da filial brasileira da Michael Page, uma das principais agências de recrutamento de executivos de média e alta gerência do País. Para isso, as companhias brasileiras estão aumentando as suas exigências. Segundo o relatório da FIRJAN, 69,1% das empresas ouvidas requerem, no mínimo, algum tipo de pós-graduação para profissionais de nível superior. Já para mais da metade delas, o diploma universitário é indispensável, inclusive para profissionais de nível médio/técnico. O “Você Sabia?” ouviu diversos especialistas, para descobrir dez profissões que devem permanecer aquecidas nos próximos anos:

1 – Engenheiro de Petróleo
Quanto ganha (média): R$ 14.000

O que faz: é responsável pelo desenvolvimento de projetos de exploração do petróleo e seus derivados em poços e jazidas, buscando maior eficiência na produção sem danos ao meio-ambiente. Com a descoberta do pré-sal, a profissão ganhou alma própria e a formação é oferecida, hoje, nas principais universidades do país.


2 – Engenheiro de mobilidade
Quanto ganha (média): R$ 12.000
O que faz: supervisiona grandes obras de infraestrutura, verificando se estão adequadas às normas legais. Nos grandes centros, é encarregado de gerenciar o planejamento do transporte urbano. A carreira entrou no radar dos recrutadores depois que o Brasil foi confirmado como sede de grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

3 – Engenheiro ambiental e sanitário
Quanto ganha (média): R$ 8.000 a R$ 12.000
O que faz: concebe e executa projetos que diminuam o dano causado pela ação humana ao meio-ambiente. A profissão é cada vez mais requisitada por grandes empresas e governos, conscientes do seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.


4 – Médico do Trabalho
Quanto ganha (média): R$ 10.000 a R$ 16.000
O que faz: trata-se de um ramo da medicina especializado na promoção do bem-estar e da saúde dos trabalhadores. Profissionais dessa área avaliam a capacidade de um candidato de executar determinada tarefa, além de realizar exames de rotina nos funcionários para verificar o cumprimento das obrigações trabalhistas.


5 – Gerente de Recursos Humanos
Quanto ganha (média): R$ 8.000 a R$ 14.000
O que faz: é responsável por recrutar novos profissionais e assegurar a permanência dos antigos. Antes subestimada, a profissão saiu da obscuridade e conquistou importância, na medida em que as empresas perceberam a necessidade de reter bons profissionais face à concorrência.

6 – Controller
Quanto ganha (média): R$ 10.000 a R$ 20.000
O que faz: analisa e interpreta as informações contábeis das empresas, de forma a reduzir perdas e maximizar o lucro, utilizando, para isso, conhecimentos avançados de administração. Atua no centro nervoso da companhia, controlando os campos da contabilidade e da administração.


7 – Advogado de contratos
Quanto ganha (média): R$ 10.000 a R$ 14.000
O que faz: analisa e redige contratos. É uma das áreas do Direito que mais têm crescido, acompanhando a escalada das fusões e aquisições de empresas no Brasil.





8 – Gerente comercial/vendas
Quanto ganha (média): R$ 8.000 a R$ 18.000
O que faz: é responsável pelo planejamento e controle das vendas, desde a saída dos produtos da fábrica até a chegada à casa dos consumidores. Cada vez mais disputado pelas empresas, precisa ser bem relacionado e carismático, com conhecimentos avançados de administração e marketing.

9 – Biotecnologista
 Quanto ganha (média): R$ 4.000 a R$ 5.000
O que faz: pesquisa a criação, a melhoria e o gerenciamento de novos produtos nas áreas de saúde, química, ambiental e alimentícia. Na área da microbiologia, pode atuar na produção de vacinas. É cada vez mais requisitado pelas indústrias que estão cientes da necessidade da otimização da cadeia produtiva.

10 – Técnico em Sistemas de Informação
Quanto ganha (média): R$ 2.000 a R$ 3.000
O que faz: profissional de nível médio, responsável pela criação e análise dos sistemas de armazenamento e coleta de dados de uma companhia.




Fonte: http://www.vocesabia.net
Pesquisa e Divulgação: Promidia Propaganda - Londrina - (43) 3347-1705
www.promidiapropapaganda.com.br