terça-feira, 20 de março de 2012

Você sabe o que é Dumping? Ele é mais comum do que você imagina.

Dumping é uma prática comercial que consiste em uma ou mais empresas de um país venderem seus produtos, mercadorias ou serviços por preços extraordinariamente abaixo de seu valor justo para outro país (preço que geralmente se considera menor do que se cobra pelo produto dentro do país exportador), por um tempo, visando prejudicar e eliminar os fabricantes de produtos similares concorrentes no local, passando então a dominar o mercado e impondo preços altos. É um termo usado em comércio internacional e é reprimido pelos governos nacionais, quando comprovado. Esta técnica é utilizada como forma de ganhar quotas de mercado.
Como exemplo, pode-se constatar a prática de dumping se a empresa A, localizada no país X, vende um produto nesse país por US$ 100 e o exporta para o Brasil por US$ 80, sempre levando em consideração a existência de condições comparáveis de comercialização (volume, estágio de comercialização, prazo de pagamento etc.).
As medidas antidumping têm como objetivo neutralizar os efeitos danosos à indústria nacional causados pelas importações objeto de dumping, por meio da aplicação de alíquotas específicas (fixadas em dólares dos EUA e convertidas em moeda nacional), ad valorem (sobre o valor aduaneiro da mercadoria em base FOB, no Brasil) ou de uma combinação de ambas.
A globalização é um fenômeno cujos reflexos são nitidamente sentidos tanto na seara jurídica, quanto nas mais variadas áreas do conhecimento humano, reclamando de todos __teóricos e práticos__ a adoção de novas perspectivas compatíveis com as mudanças hodiernamente observadas.
A primeira dificuldade em lidar com a idéia de globalização consiste na variedade de significados que têm sido atribuídos ao mesmo fenômeno. Essa variedade é explicável, em parte, porque esse é um processo cujo impacto se faz sentir em diversas áreas e, apesar dos benefícios por ele trazidos, inegáveis são os conflitos oriundos da sua intensificação, notadamente nas relações comerciais exteriores, as quais passaram a compreender novos mecanismos e instrumentos.
Especificamente no campo do Comércio Exterior, a globalização produziu efeitos positivos e negativos, como são exemplos as práticas comerciais desleais, que comprometem a produtividade e o bom desempenho do conjunto das empresas, levando muitas delas à falência.
Exemplo disso, montadoras chinesas, fazem desta prática, cada vez mais comum, o governo Chinês, bancam impostos que seriam pagos pelo consumidor de outros países, por exemplo: na compra de um carro chinês no Brasil, o governo chinês banca o imposto do segura veicular, sendo que o consumidor, paga apenas a diferença. Desta forma com todo lucro obtido na venda do automóvel, o governo Chinês, da subsídios aos governos de outros países a montar fábricas de peças de reposição em seus países, exemplo disso a fábrica da Jac, será montada em Curitiba, puro incentivo do governo Chinês, na patrica do Dumping. Na Inglaterra acontece o mesmo, fábricas da china estão sendo montadas em outros países de forma comum, e assustadoramente rápida, fazendo com que o Made in China seja comum em outros países.

Fonte: Meio & Mensagem
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segunda-feira, 19 de março de 2012

Evite o marketing negativo

Se você quer impulsionar suas vendas, não perca tempo falando mal da concorrência. Você pode ganhar muito mais usando esse tempo para criar, inovar e melhorar o seu produto.


Muitos vendedores fazem questão de usar metáforas e comparações para atacar a concorrência. Veja alguns exemplos: 

· Os produtos da empresa X são menos resistentes do que os nossos. 
· A entrega da nossa empresa é muito mais rápida do que a deles. 
· Aqueles fornecedores são lobos em pele de cordeiro. 
· Depois que o senhor comprar lá, tenho certeza de que chorará rios de lágrimas. 

Lembre-se: para valorizar o seu produto ou serviço, você deve ressaltar os pontos positivos, pois, quando menciona os pontos negativos da concorrência, acaba prejudicando a si também. Ambos são do mesmo segmento, e o consumidor final pode acreditar que todos os produtos semelhantes não são bons. 
SOS Motivação 
"Acredito que preciso me desenvolver mais para melhorar minha vida profissional. Quais são as atitudes que devo tomar para me tornar uma profissional adequada às exigências do mercado atual?” (Leitora optou por não se identificar) 
O profissional da atualidade precisa inovar sempre, acreditar em seu potencial, melhorar seus pontos fracos e usar com maestria suas habilidades natas. 

É necessário saber: 
· Definir suas metas. 
· Buscar novos conhecimentos. 
· Usar a comunicação como diferencial. 
· Fazer seu marketing pessoal com simplicidade e ousadia. 
· Relacionar-se bem com colegas, superiores e clientes. 
· Buscar sempre a excelência profissional. 

Fonte: Eugênio Sales Queiroz é consultor e um dos palestrantes mais solicitados no momento. Autor de cinco livros e co-autor do Gigantes das Vendas.
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sexta-feira, 16 de março de 2012

O que é Marketing Viral?


Marketing viral ou publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares à extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de email de adicionar publicidade às mensagens que saem de seus usuários. O que se assume é que se tal anúncio ao alcançar um usuário "susceptível", esse usuário será "infectado" e reenviará o email a outras pessoas susceptíveis, "infectando-as" também. Enquanto cada usuário infectado envia um email a mais do que um usuário susceptível, em média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior do que um), os resultados padrão em epidemiologia implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.

De forma mais geral, o marketing viral se utiliza às vezes para descrever alguns tipos de campanhas de marketing baseadas na internet, incluindo o uso de blogs, de sites aparentemente amadores, e de outras formas de astroturfing para criar o rumor de um novo produto ou serviço. O termo "publicidade viral" se refere à idéia de que as pessoas passarão e compartilharão conteúdos divertidos. Esta técnica muitas vezes está patrocinada por uma marca, que busca construir conhecimento de um produto ou serviço. Os anúncios virais tomam muitas vezes a forma de divertidos videoclipes ou jogos Flash interativos, imagens e inclusive textos.

Fonte: Wikipédia
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quinta-feira, 15 de março de 2012

Conheça os 10 homens mais ricos do mundo

Moneyyy
A Revista Forbes , pela 26ª vez divulgou a lista dos homens mais bilionários do planeta, no último dia 8 de março. Na primeira posição,  está o mexicano Carlos Slim  com fortuna avaliada em 69 bilhões de dólares. E o empresário brasileiro Eike Batista aparece em sétimo lugar, com 30 bilhões de dólares.  Confira a lista completa:
1 – Carlos Slim Helu – 69 bilhões de dólares
O magnata das telecomunicações do México mantém o título de homem mais rico do mundo pelo terceiro ano consecutivo, mesmo com 5 bilhões a menos do que no ano passado, devido à desvalorização das ações da América Móvil, que representa mais da metade de seu patrimônio.  Em abril de 2011, a empresa foi multada em US$ 1 bilhão por reguladores mexicanos por práticas monopolistas, mas está apelando da decisão. De tanto aprender de negócios com o pai, aos 12 anos Carlos tinha seu próprio caderno de contabilidade. Aos 15 anos já tinha 44 ações do Banamex (Banco Nacional de México). E as variações de seu patrimônio eram registradas diariamente.
 2 – Bill Gates – 61 bilhões de dólares
Presidente e co-fundador da Microsoft, o homem mais rico dos Estados Unidos volta a ocupar essa privilegiada posição com US$ 5 bilhões a mais que no ano anterior, aumentando sua fortuna pelo terceiro ano seguido. Mesmo com todo o crescimento, e se aproximando mais da liderança do robusto ranking, Gates, que revolucionou a informática com Steve Jobs, da Apple, atualmente está mais focado em seu trabalho filantrópico. De acordo com a última pesquisa publicada na Forbes, Gates já doou US$ 28 bilhões para projetos beneficentes.
3 – Warren Buffett – 44 milhões de dólares
Mesmo com sua riqueza diminuida em 6 bilhões, o ‘Oráculo de Omaha’, 81 anos, maior acionista do grupo investidor Berkshire Hathaway conseguiu se manter como o terceiro homem mais rico do planeta. No ano passado, sua fortuna diminuiu devido principalmente à queda de 7,52% das ações do grupo registrada nos últimos doze meses. Foi com essa firma que ele começou a montar seu império, em 1965, a partir da criação de uma fábrica têxtil. A queda na bolsa fez com que algumas pessoas questionassem a vitalidade de Buffett, que não revelou quem será o seu sucessor.
4 – Bernard Arnault – 41 milhões de dólares
O francês de 63 anos é o homem mais rico da Europa e quarto mais rico do mundo. O nome pode não ser muito famoso no Brasil, mas esse senhor – conhecido também como “lorde do luxo”, ou ainda, “lobo em pele de cashmere” -, é simplesmente o presidente e fundador da LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton S.A., sendo pioneiro em enxergar no mercado de luxo um negócio extremamente lucrativo. Entre as marcas que pertencem ao conglomerado estão a própria Louis Vuitton, assim como Dior, Givenchy, Fendi, Sephora, o champanhe Dom Perignon, o conhaque Hennessy e a recém adquirida Bulgari. Arnault também é dono de um hotel em Courchevel (estação de esqui nos Alpes franceses), da fábrica de iates Royal van Lent e da empresa de turismo Go Voyage. Para finalizar, possui ainda uma boa parte das ações da rede de supermercados Carrefour.
5 – Amâncio Ortega – 37 bilhões de dólares
Fundador do grupo Inditex,  proprietária de marcas como Zara, Massimo Dutti, comprou no final de 2011 a Torre Picasso, um dos maiores edifícios de Madri por 400 milhões de euros, e pela primeira vez entra entre os 5 mais ricos do mundo. Segundo a Forbes, ano passado, Ortega aumentou o seu capital em  6.5 milhões de dólares, no período em que passou o comando da Inditex para Paul Island. Filho de um trabalhador ferroviário, Ortega começou como um mensageiro em uma loja de roupas. Junto com sua então esposa Rosalia Mera, começou a fazer vestidos e lingeries na sala de sua casa.
6 – Larry Ellison – 36 bilhões de dólares
O norte-americano de 67 anos perdeu uma posição entre os mais ricos em relação ao ano passado. Ellison fundou a Oracle em 1977, enquanto trabalhava em uma empresa de processamento de dados. Seu primeiro protótipo foi vendido para a CIA. A empresa desenvolveu tecnologia para a Amazon e também para o eBay. Larry ficou conhecido por ser o empresário mais bem pago da década passada. O CEO da criadora de software teria recebido US$ 1,840 bilhão de dólares em salários e benefícios nesses dez anos, segundo ranking do Wall Street Journal.
7 – Eike Batista – 30 bilhões de dólares
Único brasileiro na lista da Forbes, Eike, 55 anos,  é dono do grupo EBX, formado por OGX (óleo e gás), MPX (energia), LLX (logística), MMX (mineração) e OSX (indústria naval offshore) , ganhou uma posição em relação ao ano passado. Todas as empresas de seu grupo, que tem uma forte presença também no Chile e na Colômbia, possuem a letra X porque o magnata considera que por ser o símbolo da multiplicação faz os negócios mais prósperos, os quais porém, vão muito além da indústria pesada, estendendo-se de um restaurante chinês ao Hotel Glória, ambos no Rio de Janeiro. Recentemente, Eike manifestou o interesse de gerenciar o estádio do Maracanã.
8 – Stefan Persson – 26 bilhões de dólares
Stefan Persson é  presidente da Hennes & Mauritz (H&M), empresa multinacional de moda presente em 43 países com 2500 lojas. Ano passado a rede de lojas estabeleceu parceria com as famosas marcas Versace e Marni, e abriu filiais na Croácia, Cingapura e Romênia.  Stefan herdou a companhia de seu pai Erling, fundador da H&M em 1947, e projetando o futuro, empossou o filho Karl-Johan como diretor executivo em 2009. Atualmente, Persson comanda a Fundação Mentor, organização sem fins lucrativos que combate o uso de drogas entre os jovens.

9- Li Ka-shing – 25,5 bilhões de dólares
O homem mais rico da Ásia volta a lista dos 10 mais ricos pela primeira vez desde 2007. O empresário chinês de 83 anos, presidente do Grupo Cheung Kong é conhecido por construir grandes impérios. Seus negócios empregam mais de 270 mil pessoas em 53 países. Uma entre sete casas construidas em Hong Kong são do grupo de Li. E os empreendimentos dele não param por aí, o grupo Cheung abrange as áreas portuária, energética e de telecomunicações. Ele diz que ‘quem investe em tecnologia se sente mais jovem’. Li deixou a escola aos 12 anos para trabalhar com a família, uma década depois começou seu próprio negócio fazendo brinquedos e depois, vendendo flores de plástico.
10 – Karl Albrecht – 25,4 bilhões de dólares
O alemão de 92 anos, é dono da rede de supermercados Aldi Sud, com 4500 lojas, uma delas inaugurada em Nova York em 2011. Um dos diferenciais da rede, para manter os preços baixos é não aceitar compras com cartão de crédito. Ele e seu irmão Theo, começaram a trabalhar ajudando sua mãe em uma pequena mercearia após a Segunda Guerra Mundial. Os irmãos logo assumiram a loja em 1946. A primeira loja Aldi foi aberto em 1961, chamada Albrecht-Discount.
Tem gente nova chegando na lista…
Entre os mais ricos do mundo, um dos destaques vai para Mark Zuckerberg, 27 anos, co-fundador do Facebook, que subiu 17 posições no ranking da Forbes , ocupando o 35º lugar da lista com uma fortuna avaliada em 17,5 bilhões de dólares.
A meta é chegar entre os top 10 em 2013, com a clara abertura de capital do Facebook, prevista para maio deste ano.  No registro de Zuckerberg, a empresa informou que ele é dono de 28,4% dos papéis da companhia – cerca de 534 milhões de ações.




Fonte:http://www.vocesabia.net/curiosidades
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quarta-feira, 14 de março de 2012

Amigos e familiares: o quanto as amizades afetam as negociações



Que questões especiais amigos e familiares enfrentam quando envolvidos em negociações? Como podem reduzir os contras e capitalizar os prós? Vamos examinar três tipos comuns de negociação com entes queridos - conduzir transações comerciais com eles, negociar favores especiais a seu favor e negociar o fim de uma parceria comercial - e sugerir como você pode proteger a relação ao mesmo tempo em que fecha um bom acordo.

Transações comerciais entre amigos ou familiares podem ser tensas. Laços próximos costumam ser baseados na expectativa de que um cuidará do bem-estar do outro sem guardar ressentimentos. Nas relações comerciais, em contraste, esperamos ser compensados pela quantidade de esforço, tempo e dinheiro investidos. Os negociadores provavelmente sentirão um confronto entre esses dois conjuntos de normas ao fazer negócio com entes queridos.


No lado positivo, vínculos próximos entre os negociadores parecem reduzir a competição disfuncional e aumentar a troca de informações. Ainda assim, pesquisas mostraram que fechamos acordos menos satisfatórios e criativos com os amigos do que com estranhos porque estamos mais dispostos a chegar a um meio-termo com os primeiros.

Além disso, em vez de dividir os recursos segundo o mérito, amigos costumam destinar porções iguais a todos os envolvidos, muitas vezes numa solução ilógica. O desejo de evitar o impasse e qualquer tipo de conflito que prejudicaria a relação pode resultar num acordo medíocre.


Em 2006, um estudo de David R. Mandel, estudioso da Defence Research and Development Canada, descobriu que os participantes encarregados de vender um CD de música para um amigo pediam menos do que este estava disposto a oferecer. Mesmo assim, quando negociavam uma aquisição de um amigo, os participantes não tentavam pagar a mais. Parece que "dar" coisas a amigos, mesmo quando somos pagos, desencadeia uma generosidade que não se faz presente quando compramos coisas deles.

Para aumentar a objetividade do acordo ao negociar com um amigo, acerte de antemão que vai se basear no valor de mercado de um artigo ou serviço em vez de um tentar conceder favores especiais ao outro. Discuta as armadilhas da negociação com antecedência. Por fim, aceite o fato de que pode conseguir um acordo melhor ao negociar com um estranho.


É natural querer fazer favores especiais para amigos e familiares quando temos oportunidade para isso. Porém, pense no que pode acontecer quando se dissipa a fronteira entre bondade e comportamento antiético.

Existe a tendência comum de dar tratamento especial para quem é parecido ou próximo de nós, incluindo familiares e amigos. Quando negociamos para ajudar alguém próximo de nós a ter acesso a um recurso escasso ou um grupo seleto - como emprego, empréstimo bancário ou vaga na lista de admissões -, geralmente nos concentramos no quanto estamos sendo úteis e bacanas. Enquanto isso, deixamos de lado o fato de que nossas ações podem prejudicar pessoas com menos contatos.


Esse tipo de comportamento pode ser flagrante ou involuntário. Na próxima vez em que estiver tentado a negociar um tratamento especial para alguém próximo, pense um pouco se outras pessoas poderiam ser prejudicadas por suas ações. Esse tipo de reflexão ajudará a garantir que o comportamento durante a negociação estará em sincronia com seus padrões éticos. 


Você tinha negócios com um amigo, cônjuge, irmão ou filho, mas agora quer parar. Como negociar a dissolução do relacionamento de trabalho sem arruinar o pessoal? 



Em 2008, depois de mais de 25 anos fazendo negócios com dois irmãos, Henry Elghanayan decidiu que estava na hora de dissolver a incorporadora imobiliária de vários bilhões de dólares, em Nova York, e abrir uma só sua. Felizmente, os irmãos tinham um projeto a seguir. Em 1989, depois de negociar a saída de um quarto irmão do negócio familiar, eles criaram um plano para lidar com divisões futuras de forma mais eficaz. 


les puseram o plano em ação em janeiro de 2009. O irmão Fred, depois de vencer um leilão miniatura, ganhou o direito de dividir os bens em três "pilhas". Fred tinha um incentivo para dividir as pilhas de forma justa, pois seria o último a escolher uma delas. Henry ganhou no cara ou coroa o direito de ser o primeiro a escolher, seguido por Tom e Fred. Henry continuou a trocar locais para incorporação com os irmãos até todos estarem satisfeitos com o resultado final. 



O segredo da resolução pacífica e financeiramente satisfatória dos Elghanayan? Precaução e planejamento cuidadoso. Ao iniciar uma relação de negócios com alguém próximo, reserve tempo para discutir as normas, padrões e processos para resolver qualquer disputa ou mudança significativa que possam aparecer, aconselham os professores Frank E. A. Sander e Robert C. Bordone, da Escola de Direito de Harvard, em Cambridge, Massachusetts. 




Fonte: The New York Times News Service/Syndicate – Todos os direitos reservados
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terça-feira, 13 de março de 2012

A História do Dinheiro


O dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), usado na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país, que é o único que tem essa atribuição. É também a unidade contábil. Seu uso pode ser implícito ou explícito, livre ou por coerção. Acredita-se que a origem da palavra remete à moeda portuguesa de mesmo nome (o dinheiro). 
A emergência do dinheiro não depende de uma autoridade central ou governo. É um fenômeno do mercado; na prática, entretanto, os tipos de moeda mais aceites atualmente são aquelas produzidas e sancionadas pelos governos. A maior parte dos países possuem um padrão monetário específico — um dinheiro reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão. Algumas exceções são o euro (usado por diversos países europeus) e o dólar (utilizado em todo mundo). 

O dinheiro em si é um bem escasso. Muitos itens podem ser usados como dinheiro, desde metais e conchas raras até cigarros ou coisas totalmente artificiais como notas bancárias. Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros. 

Na sociedade ocidental moderna o dinheiro é essencialmente um símbolo – uma abstração. Atualmente as notas são o tipo mais comum de dinheiro utilizado. No entanto bens como ouro e prata mantêm muitas das características essenciais do dinheiro. 

História 
Inicialmente, o homem comercializava através de simples troca ou escambo. A mercadoria era avaliada na quantidade de tempo ou força de trabalho gasta para produzi-la ou até mesmo pela necessidade que o "comprador" tinha por determinada mercadoria. Com a criação da moeda o valor da mercadoria se tornou independente da força de trabalho. Com o surgimento dos bancos apareceu uma nova atividade financeira em que o próprio dinheiro é uma mercadoria. 

Origem e evolução do dinheiro 

A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução. No início não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor.
Assim, quem pescasse mais peixe do que o necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por exemplo, tivesse plantado e colhido mais milho do que fosse precisar. Esta elementar forma de comércio foi dominante no início da civilização, podendo ser encontrada, ainda hoje, entre povos de economia primitiva, em regiões onde, pelo difícil acesso, há escassez de meio circulante, e até em situações especiais, em que as pessoas envolvidas efetuam permuta de objetos sem a preocupação de sua equivalência de valor. Este é o caso, por exemplo, da criança que troca com o colega um brinquedo caro por outro de menor valor, que deseja muito. 

As mercadorias utilizadas para escambo geralmente se apresentam em estado natural, variando conforme as condições de meio ambiente e as atividades desenvolvidas pelo grupo, correspondendo a necessidades fundamentais de seus membros. Nesta forma de troca, no entanto, ocorrem dificuldades, por não haver uma medida comum de valor entre os elementos a serem permutados. 

Moeda-mercadoria 

Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras. Aceites por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar o seu valor. Eram as moedas–mercadorias. 

O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados; apresentava vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços, embora ocorresse o risco de doenças e da morte. O sal foi outra moeda–mercadoria; de difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes, era muito utilizado na conservação de alimentos. Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca no nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado) derivadas da palavra latina pecus (gado). A palavra capital (patrimônio) vem do latim capita (cabeça). Da mesma forma, a palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados. 

No Brasil, entre outras, circularam o cauri – trazido pelo escravo africano –, o pau-brasil, o açúcar, o cacau, o tabaco e o pano, trocado no Maranhão, no século XVII, devido à quase inexistência de numerário, sendo comercializado sob a forma de novelos, meadas e tecidos. 

Com o passar do tempo, as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à oscilação de seu valor, pelo fato de não serem fraccionáveis e por serem facilmente perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas. 

Metal 

Quando o homem descobriu o metal, passou a utilizá-lo para fabricar utensílios e armas anteriormente feitos de pedra ou madeira. 

Por apresentar vantagens como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o metal foi elegido como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc. O metal comercializado dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca. Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável pela sua emissão. Essa medida agilizou as transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da quantidade de metal oferecida para troca. 

Moeda em formato de objeto 

Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas. Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado. Essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos. A valorização, cada vez maior, destes instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como dinheiro. É o caso das moedas faca e chave que eram encontradas no Oriente e do talento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre. 

Moedas antigas 

Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor. São cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Líbia são utilizados pequenos lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada electro. 

As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. É pelas impressões encontradas nas moedas que conhecemos, hoje, a efígie de personalidades que viveram há muitos séculos. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C. No princípio, as peças eram fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras. 

Ouro, prata e cobre 

Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego destes metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. Nos primórdios da civilização, os sacerdotes da Babilônia, estudiosos de astronomia, ensinavam ao povo a existência de estreita ligação entre o ouro e o Sol, a prata e a Lua. Isto levou à crença no poder mágico destes metais e no dos objetos com eles confecionados. A cunhagem de moedas em ouro e prata se manteve durante muitos séculos, sendo as peças garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo valor comercial do metal utilizado na sua confeção. Assim, uma moeda na qual haviam sido utilizados vinte gramas de ouro, era trocada por mercadorias neste mesmo valor. Durante muitos séculos os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor, reservando a prata e o cobre para os valores menores. Estes sistemas se mantiveram até ao final do século passado, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser muito empregados, passando a moeda a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, não dependendo do metal nela contido. Com o advento do papel-moeda a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco. Dentro desta nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda. Surgem, em grande diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de troco. 

Papel Moeda 
Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores num ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem ao papel-moeda. 

No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como, hoje, fazemos com os cheques. 

Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas, controlando as falsificações e garantindo o poder de pagamento. Atualmente quase todos os países possuem seus bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas. A moeda de papel evoluiu quanto à técnica utilizada na sua impressão. Hoje a confeção de cédulas utiliza papel especialmente preparado e diversos processos de impressão que se complementam, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dinheiro#Origem_e_evolu.C3.A7.C3.A3o_do_dinheiro
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